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Aipo (Apium graveolens)
(Apium graveolens) História O aipo acompanha a humanidade desde os primeiros registros escritos. Surgido nas margens úmidas do Mediterrâneo, já era mencionado pelos gregos messênios por volta de 1600 a.C. como alimento, remédio e planta ritual. Na Europa antiga, marcou o fim dos invernos rigorosos: depois de meses de conservas e escassez, suas folhas verdes e frescas eram celebradas como um tônico revigorante que devolvia cor, sabor e vigor ao corpo

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17 de jan.2 min de leitura


Alecrim (Rosmarinus officinalis)
(Rosmarinus officinalis ou Salvia rosmarinus) História O alecrim nasce do Mediterrâneo carregando uma história que atravessa cinco milênios. É erva, é remédio, é condimento — e, ao ser tocado, libera aquele perfume quente e balsâmico que parece acordar a cozinha e aquecer o corpo. Curiosidades farmacológicas Folhas finas ricas em óleos essenciais e compostos como ácido rosmarínico, ácido carnósico, carnosol, eucaliptol, cânfora e pineno, responsáveis por ampla ação biológica

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16 de jan.2 min de leitura


Boldo-brasileiro (Plectranthus barbatus)
(Plectranthus barbatus) História O boldo-brasileiro (Plectranthus barbatus), parente próximo da sálvia, hortelã e manjericão, carrega no aroma verde e no amargor firme a força típica da família Lamiaceae. Nativo de regiões tropicais, é uma planta antiga, usada em infusões, sucos e macerados para aliviar cólicas, desconfortos urinários e tensões cardíacas. Curiosidades farmacológicas Reúne terpenoides, fenólicos, flavonoides, derivados cinâmicos e ácido elágico , forma

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15 de jan.1 min de leitura


Cana-cidreira ou capim-limão
(Cymbopogon citratus) História A cana-cidreira (Cymbopogon citratus) , também chamada de capim-limão, capim-santo ou erva-príncipe, é uma herbácea asiática da família Poaceae, hoje naturalizada em regiões tropicais do mundo. Muitas vezes confundida com as citronelas, distingue-se pelo aroma suave e limonado, folhas mais estreitas e verde-azuladas, e perfume menos intenso que o das espécies aromáticas aparentadas. Curiosidades farmacológicas Concentra citrais — geranial e n

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14 de jan.1 min de leitura


Cebolinha de Folha Larga (Allium fistulosum)
(Allium fistulosum) História Originária do noroeste da China, a cebolinha acompanha a culinária e a medicina asiática há mais de dois milênios. Suas raízes viajaram da Sibéria ao Japão e, de lá, espalharam-se pelo mundo, sempre presente em hortas domésticas, receitas tradicionais e antigos manuscritos agrícolas desde 100 a.C. Curiosidades farmacológicas Rica em compostos organossulfurados e flavonoides, como quercetina, kaempferol e apigenina Ação antibacteriana, antifúng

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13 de jan.1 min de leitura


Flores de Manjericão(Ocimum spp.)
(Ocimum spp.) História Os manjericões acompanham a história da humanidade há milênios, desde rituais na Índia e no Sudeste Asiático até o uso culinário que se espalhou pela Europa mediterrânea. Entre todas as partes da planta, as inflorescências são as mais discretas visualmente — e, paradoxalmente, as mais concentradas em aromas. Em cada pequena flor se condensa a força do gênero Ocimum, cuja diversidade botânica inclui variedades verdes, roxas, anisadas e limonadas Propried

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12 de jan.2 min de leitura


Funcho (Foeniculum vulgare)
(Foeniculum vulgare) História Nativo do sul da Europa e das margens mediterrâneas, o funcho acompanha a humanidade desde a Antiguidade romana. Cresce com vigor em solos calcários próximos ao mar e, ao longo dos séculos, se espalhou por regiões temperadas do mundo, sempre valorizado por seu perfume doce e anisado. Uma erva que atravessou culturas como condimento, remédio e símbolo de vitalidade. Propriedades farmacológicas • Rico em compostos voláteis, flavonoides, composto

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11 de jan.2 min de leitura


Guaco (Mikania glomerata e Mikania laevigata)
(Mikania glomerata e Mikania laevigata) História Trepadeira nativa do Brasil , presente em toda a América tropical. Muito utilizada pelos índios brasileiros , que aplicavam cataplasmas de guaco para picadas de cobra . Diferenciação tradicional entre as duas espécies: M. laevigata floresce em setembro M. glomerata floresce em janeiro Historicamente associada ao tratamento de doenças respiratórias e como planta de grande val

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10 de jan.1 min de leitura


Limonete (Aloysia citrodora)
(• Lúcia-lima • Cedrina) História Nativa da América do Sul, a limonete viajou cedo: os colonizadores espanhóis e portugueses a levaram para a Europa no século XVII, onde rapidamente foi adotada por causa de seu aroma brilhante e limonado. Muito antes disso, povos como os incas já a utilizavam como planta medicinal no século XIII. Hoje, seu nome atravessa culturas — lúcia-lima, cedrina, verbena — sempre ligado à suavidade e ao

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9 de jan.2 min de leitura


Manjericão (Ocimum spp.)
(Ocimum spp.) História Nativo da Índia e de outras regiões tropicais da África ao Sudeste Asiático, o manjericão percorreu milênios como planta sagrada, aromática e medicinal. O nome do gênero, Ocimum, vem do grego antigo, enquanto basilicum deriva de basilikós, “real”. Desde tempos remotos, seu aroma era associado ao nobre, ao divino — e sua presença marcou tradições culinárias e m

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8 de jan.3 min de leitura


Manjerona (Origanum majorana)
(Origanum majorana) História Originária do Mediterrâneo, a manjerona é uma erva perene estreitamente relacionada aos oréganos, reconhecida desde a Antiguidade pelos gregos e romanos como símbolo de bem-estar e felicidade. Espalhou-se pela Europa e ilhas britânicas na Idade Média e, desde então, integra culinária e farmacopéia popular como planta aromática e terapêutica. Curiosidades

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7 de jan.2 min de leitura


Pimentas (Capsicum spp.)
(Capsicum spp.) História Originárias das Américas (regiões andinas e Mesoamérica), cultivadas por povos indígenas há milhares de anos. Introduzidas na Europa por navegadores ibéricos no século XVI; rapidamente adotadas e reinterpretadas em cozinhas de África, Ásia e Europa. O gênero inclui cerca de 20 espécies; Capsicum annuum, C. frutescens e C. baccatum são as mais prese

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6 de jan.2 min de leitura


Pimenta-rosa (Schinus terebinthifolius)
(Schinus terebinthifolius) História Conhecida também como aroeira mansa ou aroeira-rosa, a pimenta-rosa é nativa da América do Sul e está profundamente enraizada na medicina popular brasileira. Além do uso culinário — pelo aroma suave, adocicado e pouca picância — suas cascas e folhas foram tradicionalmente empregadas para tratar inflamações, úlceras, feridas e distúrbios diversos. Curiosidades far

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5 de jan.2 min de leitura


Poejo (Mentha pulegium)
(Mentha pulegium) História Planta do grupo das hortelãs, conhecida e utilizada desde a Antiguidade no Mediterrâneo, Ásia Ocidental e Norte da África. · Empregada por gregos e romanos em culinária, rituais e fórmulas medicinais; tradicionalmente queimada ou esfregada para repelir pulgas (origem do epíteto pulegium). · Usos históricos incluem aplicações como emenagoga e abortiva

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4 de jan.2 min de leitura


Salsinha (Petroselinum crispum)
(Petroselinum crispum) História Nativa da região mediterrânica central e hoje naturalizada por toda a Europa e além, a salsinha acompanha a humanidade há séculos como uma das ervas aromáticas mais queridas da culinária mundial. Seu nome deriva do grego petroselinon, “aipo das pedras”, referência à rusticidade da espécie. As delicadas flores atraem abelhas e insetos nectarívoros

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3 de jan.2 min de leitura


Sálvia (Salvia officinalis)
(Salvia officinalis) História Arbusto nativo do Oriente Médio e da região mediterrânea; naturalizada globalmente. · Gênero Salvia com ~900 espécies; S. officinalis é a mais difundida e de uso medicinal/histórico mais conhecido. · Usada desde a Antiguidade em rituais, medicina popular e nos jardins monásticos da Idade Média (receitas de Galeno; Carlos Magno incentivou o cultivo)

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2 de jan.2 min de leitura


Tomilho (Thymus vulgaris)
(Thymus vulgaris) História O tomilho é uma das ervas mais antigas da tradição mediterrânea, celebrado tanto pelo seu aroma quanto pelas suas virtudes medicinais. Embora seu perfume lembre o do orégano, traz um toque mais picante e um adocicado que lembra a sálvia. É dito que sua presença acompanha quase todos os alimentos da mesa m

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1 de jan.2 min de leitura
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