Guaco (Mikania glomerata e Mikania laevigata)
- HORTA NA COZINHA

- 10 de jan.
- 1 min de leitura
(Mikania glomerata e Mikania laevigata)

História
Trepadeira nativa do Brasil, presente em toda a América tropical.
Muito utilizada pelos índios brasileiros, que aplicavam cataplasmas de guaco para picadas de cobra.
Diferenciação tradicional entre as duas espécies:
M. laevigata floresce em setembro
M. glomerata floresce em janeiro
Historicamente associada ao tratamento de doenças respiratórias e como planta de grande valor etnomédico.
Curiosidades farmacológicas
Contém cumarina, ácido o-cumárico e ácido caurenoico, principais responsáveis pelos efeitos terapêuticos.
Também possui: sesquiterpenoides, diterpenoides, estigmasterol, flavonoides, resinas, taninos e saponinas.
Ações já relatadas:
Broncodilatadora natural
Expectorante e supressora da tosse
Anti-inflamatória
Antiespasmódica
Analgésica
Antirreumática
Antiulcerogênica
Antialérgica
Antipirética
Tônica e depurativa
Estimulante do apetite
Antiedematosa
Anticoagulante
Antimicrobiana (inclusive contra formação de biofilme/placa bacteriana)
Antitumoral, antioxidante, antimelanoma, antilipoperoxidação
Antinociceptiva
Ação contra Trypanosoma cruzi
Potencial ansiolítico, modulando GABA no hipocampo
Uso tradicional e contemporâneo para:
Bronquite, pleurisia, resfriados, gripes, tosse, asma
Dor de garganta, laringite e febre
Inflamação intestinal, úlceras, neuralgias, dores reumáticas, eczema e feridas
Tanto folhas quanto flores podem ser usadas em infusões, decoctos e xaropes.
Cultivo
Cresce bem em solos arenosos.
Prefere climas amenos (característicos do Sul e Sudeste do Brasil).
Necessita de sol pleno.
Referência bibliográfica básica:




Comentários